Poesia cotidiana

Senhora de aproximadamente 60 anos se dirige a mulher com (bastante) excesso de peso:

___ Tu queres assentar-se?
___ Não, ‘brigada.

Cena em um ônibus que, no fim de uma tarde de verão, ia para o terminal de Itaipava. Prova de que a poesia das palavras cotidianas está presente até nos lugares menos prováveis.

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Ônibus é estressante, mas exerce cerca de 50% da inspiração diária que eu uso pra viver. É cada coisa!

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