O futuro da comunicação

Hoje é o encerramento da Semana de Comunicação da Estácio Petrópolis. Foram dias de palestras, com o tema Prata da casa, Ouro no mercado, e até uma sessão do documentário Língua: Vidas em Português no Museu Imperial, com presença do diretor, Victor Lopes. Como o tema sugere, todos os palestrantes convidados formaram-se na Estácio e agora trazem um pouco de seu conhecimento de mercado para nós, que pretendemos seguir o caminho da Comunicação.

O lado ruim de convidar ex-alunos é que eles não são necessariamente palestrantes. Ou seja, tirando o cineminha da segunda-feira, não deu para aprender muito ou mesmo se engajar nas palestras, que fugiam ao tema e caíam sempre na tecla do ‘como-montei-minha-empresa’. Eu reconheço, porém, o esforço da faculdade e não estou aqui para reclamar.

Se é para fazer uma retrospectiva da Semana (que seria o objetivo original do post), diria que o que ganhei com ela  foram perguntas, questionamentos. Seria a derrubada da mídia impressa? As revistas tem futuro? Com a queda do diploma, quem é jornalista e quem não é? Como pensar fora da caixa? A velha mídia vai absorver as novas?

Pelo visto não é só meu professor de História da Comunicação que compara as mudanças atuais à revolução dos tipos móveis de Gutenberg. Rosental Alves bateu um papo legal com Miriam Leitão no Espaço Aberto, do Globo News, essa semana (veja na íntegra aqui). E, enquanto o papo gira em torno de Twitter e novas tecnologias, Rosental afirma com todas as letras que , considerando-se a velocidade com que a comunicação muda e evolui, cabe a nós, (futuros) profissionais da área, nos adaptarmos ao novo.

Esse debate não é necessariamente a manchete da semana, mas estando agora cara a cara com o jornalismo, devo dizer: esse papo muito me agrada. Desde cedo dedicidi que gostaria de ter uma profissão dinâmica, e é muito bom saber que vou sair da faculdade e ainda ter muita, mas muita coisa pra aprender. Muito mais que isso, tais mudanças podem significar um aumento significativo na qualidade da informação que recebemos todos os dias, já que os veículos tradicionais se esforçarão ao máximo para não perderem público e os novos, como portais de notícias, devem primar por boa informação se quiserem se estabelecer como fontes confiáveis.

É uma nova era para todos os nós, e é muito excitante.

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8 Comentários
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As novas mídias é q vão absorver as velhas.

Novas Comunicações, Novas Opiniões, Novas…

O FUTURO TÁ NAS REDES SOCIAIS DIGITAIS!

E acho que o futuro depende de nós, e acho que não existe novas nem velhas midias , uma midia e sempre complementar a outra, e o twitter hoje em dia é um mal necessário para quem trabalha como comunicação

desculpe mas acho que você que não intendeu o “novas opiniões”.

isto se valia mais para a derrubada da midia social, e talves não para o assunto principal, achei o assunto “derrubada da midia social” interessante e por isso citei.

Oiee vim aqui deixar uns beijinhos

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This post was mentioned on Twitter by josenilsonfj: Acompanhe o blog da @nathaliapandelo http://bit.ly/r7YeO...

Se as mídias vão evoluir totalmente pro virtual, eu não sei. Espero que não. Imagina estes jornais digitais sendo absolutos, tudo nas telinhas; estaríamos encrencados. Os cancerzinhos nos olhos aumentariam significamente, e pior: ficaríamos mais presos dentro de casa ainda, não saindo nem até o portão pra buscar o jornal de papel entregue. Posso parecer muito mente-fechada para essas coisas, mas não sou, utilizo essas novas tecnologias e, por isso, digo que não seria bom. Já passamos dos limites. Vamos de mal à pior. Não podemos querer que aparelhos sejam produzidos aos montes – seriam mais lixo! -, enquanto pregamos a sustentabilidade.
E outra coisa, não sei se haveria esse “aumento significativo na qualidade da informação que recebemos…”, tenho visto muita matéria pela internet com 5-10 linhas e mais uma foto. É brincadeira, não?
Enfim, que merda de comentário grande.

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