O céu é o limite
20 jan

Uma recente pesquisa da empresa de consultoria Accenture, realizada online com 1000 profissionais femininas entre 22 e 35 anos, relatou que:
- 63% das entrevistadas citaram benefícios médicos como parte essencial do sucesso profissional;
- 94% acreditam que alcançarão equilíbrio entre carreira bem-sucedida e satisfação pessoal;
- 30% consideram aumento salarial o maior obstáculo para o avanço profissional, enquanto 19% disseram políticas de maternidade e 12% citaram o casamento;
- O salário médio das mulheres é 80% do salário dos homens;
- 50% valorizam horários flexíveis;
- 60% relataram impacto negativo em suas carreiras decorrente da crise econômica;
- Profissionais nascidos a partir de 1980 já são um terço do mercado de trabalho.
Que as mulheres tem, hoje, um papel importantíssimo no mercado de trabalho já não é mais novidade. Casamos, parimos, lavamos, passamos, cozinhamos e construímos carreiras. Não é questão de feminismo: é inegável que atualmente o sexo forte contribua diretamente para o orçamento familiar e tenha assumido a liderança de muitas famílias.
Não estou invocando aquela história de que fazemos tudo que os homens fazem, e de salto alto. A verdade é que não fazemos tudo que os homens fazem. A maioria de nós seria inútil num canteiro de obras, numa disputa esportiva ou no campo de batalhas, embora algumas mulheres, que nasceram com uma dose extra de ousadia e coragem, desafiem tais estereótipos. Aquilo que fazemos, entretanto, tem nos levado a cargos e salários cada vez mais altos.
Embora gostemos de desafiar a alcunha de ‘frágeis’, o desafio que a mulher moderna enfrenta não é dos menores. Até hoje recebemos menos que os colegas de sexo masculino que realizam a mesma função, nos esforçamos por uma educação contínua e somos as principais responsáveis pela organização da casa e da família – quase não sobra tempo para lembrar que estamos de TPM.
Por outro lado, a mulher tem usado a seu favor o avanço que conseguiu nos últimos 50 anos. O simples fato de exigirmos o direito de voto mostra o quanto gostamos de fazer parte do time que toma as decisões. A abertura para o crescimento profissional, inclusive em cargos de chefia ou comumente masculinos, não é exatamente a manchete do dia, mas nada disso fez com que ser mulher se tornasse fácil. Os padrões de beleza cada vez mais rígidos e a carreira em detrimento da família são apenas a ponta do iceberg do universo feminino.
Não se preocupe: para quem sobrevive à dor do parto ou já teve de escolher entre Jimmy Choo e Manolo Blahnik, os obstáculos nem parecem tão grandes assim.
Mulher só sofre! E é verdade né? hahahaha
Aos poucos fomos conquistando nosso espaço e acredito que um dia receberemos o mesmo salário que um cara na mesma função, pois a ideia de que um sexo desempenha melhor função que o outro é mt retrógrada.
Quem sabe ainda esse ano, uma mulher não chegue a presidência? (que ñ seja a Dilma!)
mt interessante o post ;D
bjs